Mr. Bean

Estão três alentejanos reunidos a tentarem descobrir como vão passar o tempo.
Diz um:
- Oh compadres, já chega de sueca, e de dominó. Ê tou farto dessa merda.
Diz outro:
- Atão e se fossemos jogar golfi?
Pergunta o primeiro:
- Atão oh compadri, e como é que isso se joga?
- Atão joga-se com um pau, umas bola e um buraco.
Responde o outro:
- Atão tá beim, eu cá posso dar o pau.
Diz o segundo:
- Prontos, eu cá dou as bolas.
Responde o terceiro:
- Bom compadres, eu cá não jogo.
Pastéis de Feijão
Ingredientes:
Para 30 pastéis
Confecção:
Deita-se a farinha numa tigela e junta-se-lhe a manteiga derretida, uma pitada de sal e a água. Trabalha-se muito bem até formar uma bola. Tapa-se a massa com um pano seco e sobre este coloca-se um outro molhado, mas bem espremido, e deixa-se a massa descansar um pouco.
Entretanto, pelam-se as amêndoas e ralam-se. Passa-se o feijão pelo passador. Juntam-se as amêndoas ao puré de feijão e adicionam-se os ovos inteiros e as gemas passados por um passador de rede.
Leva-se o açúcar ao lume com um pouco de água e deixa-se ferver até atingir ponto assoprado (39º Baumé ou 115º C). Adiciona-se o xarope ao preparado de feijão, amêndoas e ovos. Mistura-se muito bem.
Enquanto o recheio arrefece formam-se forminhas de queques com a massa preparada e estendida fina. Enchem-se com o recheio, polvilham-se com um pouco de farinha e depois com açúcar em pó.
Levam-se a cozer em forno quente (225º C) durante cerca de 25 minutos.
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Para dar uma nova vida à sua máquina de lavar roupa antiga, entregue-a na loja onde comprar a nova ou a uma instituição ou peça aos serviços municipais a sua recolha. |
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Dos resíduos electrónicos produzidos, mais de 90% são depositados em aterros ou incineram-se, segundo dados da Comissão Europeia. Os custos para o ambiente e para a saúde são elevados. Estes equipamentos contêm substâncias perigosas que, além de contaminarem o solo, o ar e as águas subterrâneas, apresentam riscos para a saúde humana.
Deixar o velho pelo novo
Quando encontra um substituto para assumir as funções do antigo aparelho, uma das alternativas é deixar o preterido na loja. Esta é obrigada a aceitá-lo e a assegurar a continuação no ciclo de reciclagem, ou seja, encaminhá-lo para a entidade gestora ou um operador que trate da sua triagem, desmantelamento e reciclagem, ou possível reutilização total ou de certas componentes para revenda ou reparação.
E o que fazer para se ver livre de um aparelho, quando não compra um novo? Esqueça tudo o que já viu perto da sua casa. Deixar um equipamento electrónico de grande porte ao lado do contentor do lixo ou dos ecopontos não é solução: motivos ambientais à parte, as coimas aplicadas podem exceder os 3000 euros.
Caso o aparelho ainda esteja a funcionar ou possa ser reparado, pode doá-lo a uma instituição. Se tiver um "mono doméstico", deve contactar os serviços municipais (a sua câmara ou junta de freguesia) e marcar um dia e uma hora para a recolha, mas nunca deve depositá-lo na via pública, fora do horário combinado. Em alternativa, e para reciclar pequenos equipamentos, como um monitor de computador ou uma lâmpada fluorescente, pode entregá-los em centros de recepção, que os armazenam até serem recolhidos pela entidade gestora que os encaminha para reciclagem. Alguns desses centros coincidem com os ecocentros municipais ou intermunicipais. Outros funcionam em empresas e distribuidores, como é o caso de alguns hipermercados, que armazenam o lixo electrónico. Na maioria dos centros de recepção, o horário de funcionamento limita-se aos dias úteis, durante as horas de expediente, pouco acessíveis ao cidadão comum. Mais: nem todos recebem os vários tipos de resíduos abrangidos pela lei, pelo que um contacto prévio é sempre útil.
Dinheiro ecológico
No grande grupo de produtos geradores de resíduos de equipamento eléctrico e electrónico (REEE) estão velhos conhecidos lá de casa: frigoríficos, máquinas de lavar, aparelhos de ar condicionado, ferros de engomar, computadores, telemóveis e lâmpadas fluorescentes, entre outros. Quando esses já não são capazes de assumir bem as suas funções, resta-lhe substituí-los por um modelo mais actual, e não esquecer a reciclagem do velho.
Ao comprar um novo aparelho electrónico, já está a pagar o "EcoREEE", uma taxa incluída no preço de venda como "Ecovalor", desde Maio de 2006. Isto mesmo que não dê por ele na factura, já que a sua discriminação não é obrigatória. Esta contribuição financeira, que passa dos fabricantes até aos vendedores e/ou consumidores, visa cobrir os custos e operações dos centros de recolha de todo o País, bem como o transporte, tratamento e posterior valorização ou reciclagem dos resíduos. O "Ecovalor" é calculado em função das características e do número de equipamentos à venda.
Bolo Rei
Ingredientes:
Confecção:
Amassam-se duzentos e cinquenta gramas de farinha de trigo da melhor com cinquenta gramas de fermento de padeiro ou com vinte e cinco gramas de fermento orgânico em pasta, desfeito qualquer deles em um decilitro de leite morno, tapa-se bem e deixa-se a massa a levedar em sítio quente, por cinco a seis horas.
À parte deita-se num alguidar um kilo de farinha, amassando-o com duzentos e cinquenta gramas de açúcar em pó, seis ovos inteiros, seis gemas, trezentas gramas de manteiga derretida, um grama de sal fino e dois decilitros de leite, devendo ficar uma massa consistente; podendo-se deitar mais leite se for necessário por a farinha ser muito seca. Misturam-se os duzentos e ciquenta grama de farinha que se amassaram com o fermento, amassando tudo bem, e, em estando a mistura bem homogénia, juntam-se cento e cinquenta gramas de passas, cem gramas de cidrão doce cortado miúdo, cem gramas de ameixas de Elvas cortadas aos quartos e sem caroço, cem gramas de amêndoas despeladas, cento e cinquenta gramas de nozes cortadas em quatro bocados e cinquenta gramas de pinhões; amassa-se novamente para encorporar bem na massa todos os elementos que se juntam, cobrindo-se com um pano deixando levedar até aumentar o volume de metade, o que precisará de pelo menos de seis a dez horas, conforme a temperatura do ar e o estado atmosférico, sendo preferível preparar a massa à noite para cozer no dia seguinte.
Estando a massa bem levedada,fazem-se bolos em coroa, pondo-se no vazio do centro uma tigela ou um copo para não fechar; por cima da massa põem-se algumas ameixas de Elvas cortadas ao meio e pêras ou outras frutas secas cristalizadas e algumas amêndoas, deixando repousar por duas horas, polvilhando com açúcar pilé e pondo-os a cozer no forno com calor forte.
Antes de pôr no forno, pode-se pintar a massa por cima com gema de ovo.
Feita a massa fazem-se os bolos e pôem-se em tabuleiro indo ao forno de calor brando.

Qual será a mesa Portuguesa, que não tem o Bolo-Rei nas suas mesas na altura das festas?
O Bolo-Rei mantém-se como o doce tradicional do Natal, sendo o bolo mais vendido na altura natalícia, mas curiosamente este bolo não teve a sua origem no nosso País, mas sim em França e apenas chegou a Portugal no século XIX tendo chegado primeiro em Lisboa e só depois no Porto, o Bolo-Rei foi trazido por dois pasteleiros franceses.
Não deixa de ser curioso que Portugal, tendo uma tradição doceira tão boa, variada e tão rica tenha adoptado um bolo Francês, como bolo oficial do nosso Natal.
Ninguém sabe bem porque motivo de chamou Bolo-Rei a este bolo, pois ele esta associado aos Reis Magos, contudo dos três Reis Belchior, Baltazar e Gaspar que foram a Belém para saudar o Deus-Menino, levar Incenso, Mirra e Ouro, e não um bolo, mas tudo bem, pode ser uma simples homenagem...
Na minha modesta opinião o Bolo-Rei não é assim grande coisa, poderíamos ter escolhido para bolo oficial do Natal, algo bem nacional tal como o pão-de-ló, bolo real, bolo príncipe, bem mas lá foi eleito o Bolo-Rei.
Em Portugal, foi comercializado pela primeira vez em 1869 na Confeitaria Nacional pelo senhor Baltazar Rodrigues Castanheiro Júnior que tinha herdade a Confeitaria do seu pai Baltazar Sénior, tendo sido o mestre confeiteiro Gregório Santos o primeiro pasteleiro português a fazer Bolo-Rei.
A moda do Bolo-Rei só chega ao Porto em 1890, na Confeiteira Cascais, sendo feito a partir de uma receita do proprietário Francisco Cascais, que tinha ido buscar pessoalmente a Paris, e só fazia estes bolos na véspera do Dia de Reis, mas devido a sua enorme procura a partir de 1920 a Confeiteira Cascais começou a produzir o Bolo-Rei diáriamente, pois a procura começou a aumentar.
Hoje em dia é normal ver as senhoras da alta sociedade de Lisboa, após a missa da tarde é normal vê-las num qualquer café de Lisboa a comer uma fatia de Bolo-Rei com o seu chá.
O Bolo-Rei levou umas pequenas alterações com a entrada de Portugal na Comunidade Europeia, primeiro foi proibido o “brinde” porque era feito em chumbo e supostamente fazia mal a saúde, tendo sido substituído por outro material que também foi retirado desta vez porque as crianças podiam engoli-lo sem querer. Mas a fava continua, assim como a tradição que quem achar a fava terá de pagar o bolo.
O Bolo-Rei faz parte da nossa história e imaginário, por exemplo que não se lembra da imagem do nosso actual Presidente da República Prof. Aníbal Cavaco Silva em campanha a comer Bolo-Rei de boca aberta enquanto falava...
Mas passado mais de 100 anos, tornou-se num bolo quotidiano e com uma grande capacidade de adaptação aos nossos tempos, apesar da concorrência da nossa bolaria que continua a ser uma das mais ricas do mundo.
O olho de um boneco que uma criança consegue arrancar e meter no nariz. A bola do enchimento em algodão de um peluche, que vai para a boca. A roda que sai do carro deixando um ferro pontiagudo acessível. São exemplos de perigos escondidos nos brinquedos.
Cabe aos fabricantes ter todo o cuidado na concepção e fabrico dos produtos, para reduzir ao máximo os riscos para a saúde e segurança das crianças. Mais do que agir quando se descobre um brinquedo perigoso, é importante actuar antes de chegarem às lojas.
Quanto aos pais e educadores, a sua acção começa na escolha e continua na vigilância das brincadeiras infantis. Encontra aqui conselhos que o ajudam na decisão. Se, apesar de todos os cuidados, um brinquedo ferir seriamente uma criança, possuir características que possam tornar-se perigosas ou não tiver rotulagem em português, faça a sua denúncia no formulário que criámos para o efeito.